Plano de metas do Estado é um norte para a sociedade paranaense

Afirmação foi feita pelo governador Ratinho Junior, ao apresentar o programa de investimentos do Estado até 2023 e o plano de metas até 2030. Ele disse que Paraná tem condições de se tornar referência no Brasil em eficiência de gestão e inovação.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior afirmou nesta terça-feira que o trabalho de planejamento de ações de curto, médio e longo prazo que está sendo realizado pela administração estadual não configura somente um programa de governo, mas sim uma política pública de Estado, que deve contribuir para o desenvolvimento do Paraná nas próximas décadas. Durante a reunião com o secretariado, o governador ressaltou que o programa de investimentos e o plano de metas que foram apresentados nesta semana são um Norte não só para os gestores públicos, mas para a sociedade paranaense. O governo estadual estabeleceu como meta 40 bilhões de reais em investimentos nos próximos cinco anos, crescimento econômico médio de 4% ao ano e geração de 500 mil empregos. Um dos instrumentos para alcançar esses objetivos é a Lei de Eficiência na Gestão do Estado, a LEGE, que já foi apresentada aos deputados federais e deputados estaduais e está protocolado na Assembleia Legislativa do Paraná. A proposta, segundo o governador, começou a ser desenvolvida em novembro do ano passado, com a participação do economista Paulo Rabello de Castro, ex-presidente do IBGE e do BNDES, a pedido do governador. O economista Paulo Rabello de Castro disse que o Governo do Paraná já tem realizado ações para atingir as metas. O chefe da Casa Civil, Guto Silva, salientou que para transformar o Paraná em um Estado inovador e com mais oportunidades é preciso ter um direcionamento. O texto aponta mecanismos prudenciais de avaliação e controle das ações e políticas do governo, e determina medidas para se alcançar e manter o equilíbrio das contas públicas, com alinhamento do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual, com metas estabelecidas no planejamento de longo prazo do Estado. No plano também consta o desenvolvimento de projetos âncoras essenciais, que já estão sendo discutidos pelo Governo do Estado. Para o secretário da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, são projetos desafiadores que podem tornar o agronegócio ainda mais competitivo. O plano também prevê a criação de comitês de inovação, compostos por representantes de governo e do setor produtivo nas áreas de energia, logística, educação, turismo, setor produtivo, gestão pública, inovação e saúde.

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